Maria na livraria Suevia

Quando “jogas em casa” sempre tens essa tranquilidade de conhecer o terreno e descartas o factor surpresa. Apresentar na Livraria Suévia suponhia essa segurança que dá o saber-se entre as prateleiras de livros arrumadas e desenhadas por Ermitas. Essa companheira com a que partilhas no tempo experiências e loucuras poéticas.

Mas… a poesia… ai, a poesia! A estas alturas da vida e ainda conseguem maravilhar-me os efeitos dos versos.

Maria tem uma parte fulcral sustentada nas novas tecnologias que, ontem, se materializou na apresentaçom. Ali estavam pessoas, com as que mantenho um contacto mais ou menos habitual nas redes, que nom conhecia. E poder ponher-lhes voz foi mesmo incrível. E todo isto que conto tem alguma relevância? Pois sim! Porque estar numa apresentaçom que já começa com estas boas “vibraçons” estava encaminhada a ser mesmo especial… e foi!

A poesia precisa da pessoa que le para fazer a síntese e recompor um todo a partir dos seus elementos e isso foi o que aconteceu ontem na Suévia. Tivemos a sorte de apreender qual é a diferença entre “viver da/para a poesia” nas palavras de Lino (nom etiqueto por respeito mas se alguém quiger por o seu nome é bem-vido), escutamos o recitado de Luis, vasculhamos a curiosidade de L., I., M.,A., etc, contamos anedotas e divertimo-nos mesmo muito. Aliás, tivemos a sorte de contar com Mariana Viento que nos explicou de primeirinha mao qual foi o processo dos collages. E, assim, o que ia ser uma pequenita apresentaçom dum poemario foi além da hora e tal ( obrigadinha Ermitas por doar-nos esse tempo a maiores) e com a certeza de que os nossos passos encetam novos rumos onde nos havemos encontrar.

Obrigadinha por receber Maria deste jeito tam especial!

 

Feb 22nd, 2014 | Posted in libros, premios, recital
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